sábado, 27 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
MINHAS ANDANÇAS - A JANELA
Primeiro se fez o mundo!
Depois, por toda parte havia um horizonte.
Em cada horizonte havia cores, havia magia, havia todo um sentido.
E o mundo já estava feito!
Depois, por toda parte havia um horizonte.
Em cada horizonte havia cores, havia magia, havia todo um sentido.
E o mundo já estava feito!
Só muito tempo depois, bem depois das cavernas é que nasceram as primeiras janelas.
Ah! Janelas!...
São tantas histórias de cada um de seus lados...
Mas tudo o que se abre diante de uma janela nos transporta simplesmente para o mundo e sua gama de horizontes.
Horizontes perdidos!
Horizontes esquecidos!
Horizontes misteriosos!
Horizontes só nossos, como um risco sem fim dividindo o coração e a alma.
Na soleira das janelas é onde a visão se perde distante ou há poucos metros. Ainda que às vezes seja preciso dividir aquele espaço com um gato preguiçoso.
Pela janela fechada, através do vidro, sentimos certa ansiedade, como se presos estivéssemos.
E lá fora, em todos os horizontes possíveis, palpita a liberdade.Se chove, a janela se transforma num quadro passageiro, onde riscamos no suor as esquisitices de nossas emoções também passageiras.
Pelas frestas das cortinas deixamos nossas retinas pesquisar a vida alheia.Mas é da janela que emolduramos o mundo em todas as suas estações, em todos os seus fatos, em todos os momentos de puro ócio.
Porque a janela pinta as cenas que podem demarcar os caminhos de nossas andanças.
-Pedro Brasil Jr -
-Curitiba, 19 de agosto- 2011 -
sábado, 13 de agosto de 2011
DIA DOS PAIS
Aprendi a ser pai aprendendo muito antes a ser filho!
A experiência quando teve início me deixou a bordo de um barquinho à deriva no oceano da vida. Tive que remar com as mãos, reaprender a me guiar pelo Sol e pelas estrelas. Tive que encarar fortes tempestades, mas também pude me deliciar na alegria de sorrisos pequeninos me esperando na volta de cada jornada. O pacote com os pães, o litro de leite, o pacotinho com as balas e pirulitos. E a vida assim seguiu com os pequeninos crescendo sob minha orientação.
Na medida do avançar dos anos, cada pedaço meu buscando o seu rumo, mas sempre ligados, da maneira que sabem, à minha figura. Foi por tudo isto que sempre preservei meu caráter, minha boa índole, meus melhores exemplos. Cometi erros, tive falhas eu bem sei... Mas eu tinha que aprender com meus erros e falhas para acertar cada destino dos meus.
Sigo em meu exercício, em minha missão de bom condutor e o faço na certeza de que, apesar de todas as lutas, das dificuldades inerentes à jornada, pude oferecer o melhor que tinha, o melhor que meu coração semeava no meu jardim de vida para colher entre o colorido das flores, os frutos mais suculentos, as essências mais significativas e a força para seguir adiante.
Não vou celebrar apenas a data que é mais comercial, até porque, desde a primeira experiência, passei a ser Pai todos os dias de cada ano, todas as horas de cada dia, todos os minutos de cada hora. Creio que perante o PAI maior, nada tenho a dever senão, agradecer pelos braços deste estendidos para me acolher naqueles instantes em que o desespero rondava e que eu tinha que encontrar a saída para que os pequeninos tivessem seu pão, suas roupas, seus calçados, seus brinquedos, seus livros e lápis e acima de tudo, que eu estivesse saudável o suficiente para abraçar cada um e participar dos seus folguedos ainda que o cansaço da jornada insistisse o contrário.
Para cada um de vocês, Alexandre, Allan, Andréas, Isabella e Paula, o meu abraço, o meu beijo, o meu sorriso e o desejo que vocês sejam pais e mães como eu procurei ser.
Para Ana Carolina e Ana Júlia, um naco do meu coração de Pai, desejando a vocês também, que sejam um dia mães de verdade.
A todos vocês, as bênçãos de Deus com muita Luz e que o futuro lhes reserve muitas e muitas alegrias.
A experiência quando teve início me deixou a bordo de um barquinho à deriva no oceano da vida. Tive que remar com as mãos, reaprender a me guiar pelo Sol e pelas estrelas. Tive que encarar fortes tempestades, mas também pude me deliciar na alegria de sorrisos pequeninos me esperando na volta de cada jornada. O pacote com os pães, o litro de leite, o pacotinho com as balas e pirulitos. E a vida assim seguiu com os pequeninos crescendo sob minha orientação.
Na medida do avançar dos anos, cada pedaço meu buscando o seu rumo, mas sempre ligados, da maneira que sabem, à minha figura. Foi por tudo isto que sempre preservei meu caráter, minha boa índole, meus melhores exemplos. Cometi erros, tive falhas eu bem sei... Mas eu tinha que aprender com meus erros e falhas para acertar cada destino dos meus.
Sigo em meu exercício, em minha missão de bom condutor e o faço na certeza de que, apesar de todas as lutas, das dificuldades inerentes à jornada, pude oferecer o melhor que tinha, o melhor que meu coração semeava no meu jardim de vida para colher entre o colorido das flores, os frutos mais suculentos, as essências mais significativas e a força para seguir adiante.
Não vou celebrar apenas a data que é mais comercial, até porque, desde a primeira experiência, passei a ser Pai todos os dias de cada ano, todas as horas de cada dia, todos os minutos de cada hora. Creio que perante o PAI maior, nada tenho a dever senão, agradecer pelos braços deste estendidos para me acolher naqueles instantes em que o desespero rondava e que eu tinha que encontrar a saída para que os pequeninos tivessem seu pão, suas roupas, seus calçados, seus brinquedos, seus livros e lápis e acima de tudo, que eu estivesse saudável o suficiente para abraçar cada um e participar dos seus folguedos ainda que o cansaço da jornada insistisse o contrário.
Para cada um de vocês, Alexandre, Allan, Andréas, Isabella e Paula, o meu abraço, o meu beijo, o meu sorriso e o desejo que vocês sejam pais e mães como eu procurei ser.
Para Ana Carolina e Ana Júlia, um naco do meu coração de Pai, desejando a vocês também, que sejam um dia mães de verdade.
A todos vocês, as bênçãos de Deus com muita Luz e que o futuro lhes reserve muitas e muitas alegrias.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
BEZERRA DE MENEZES
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
A MENSAGEM DE ANA JÁCOMO
"Quero encontrar algo nesse mundo que me traga, a cada noite, a dádiva de um cansaço bom.
Que me permita olhar para as horas vividas com uma
clara convicção de que valeu a pena vivê-las.
Que me conduza ao sono sereno que nasce depois
dos desafios que o coração compra.
Que me convide a desejar um novo dia,
certa de que haverá um motivo para o qual levantar.
E por sabê-lo, por lembrá-lo, eu possa experimentar a paz de adormecer sorrindo.
Quero encontrar algo nesse mundo que seja minha reza, meu lugar sagrado.
Meu acorde mais harmonioso. Meu compromisso e minha liberdade.
A âncora que me ligue a Terra. A ponte que me leve ao céu.
Algo que me encante e me entusiasme.
Que me acalente e me acorde.
Que me comova e me encoraje.
Que me faça coloc
ar os pés na vida, enamorada e entregue.
Uma fonte de contentamento que independa de qualquer condição externa para me alimentar.
Quero encontrar algo nesse mundo que seja a expressão mais fluida do meu amor.
Que esteja sintonizado com os propósitos da minha alma para ajornada que realizo.
Que me ajude a dançar mais gostoso com a vida.
Que seja capaz de devolver lume aos meus olhos,
quando tudo me parecer opaco.
Um tesouro que, de verdade, me enriqueça.
Quero encontrar algo nesse mundo que faça eu me sentir útil na minha passagem por aqui.
Que me incentive a continuar no meu caminho quando
tatuá-la nos meus dias. Faze-la presente mesmo quando ausente.
Quero que suas digitais estejam presentes naquilo que eu
puder oferecer de melhor ao mundo.
Algo que fique, quando eu passar.
Algo que me traga, a cada noite, a dádiva, de um cansaço bom."
segunda-feira, 27 de junho de 2011
ALENTO
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